A Ciência do Onde (#TheScienceofWhere) no Dia do Geógrafo 2017

Tendências no Mercado de Sistemas de Informação Geográfica (SIG) | Instituto GEOeduc
29/05/2017

Em comemoração ao Dia do Geógrafo (29/05), o Instituto GEOeduc realizou o evento online “Tendências no Mercado de Sistemas de Informação Geográfica (SIG)”.

Estive presente representando a Imagem, distribuidora oficial da Esri no Brasil, apresentando algumas reflexões sobre os Geógrafos e a Ciência do Onde – The Science of Where – e as novas possibilidades advindas da Tranformação Digital, a linguagem da Ciência do Onde. Assista, reveja e compartilhe.

esta versão apresenta todos os slides

A Geografia das Coisas: revolução do “onde” para a Internet das Coisas

IoT Day | FACENS – Faculdade de Engenharia de Sorocaba
08/04/2017

No dia 09 de abril é comemorado o IoT Day “um evento internacional, aberto à toda comunidade mundial engajada aos assuntos relacionados à Internet das Coisas”. Grande entusiasta do GISDay, ter participado do meu primeiro IoTDay foi uma oportunidade ímpar, já que eventos desta magnitude são importantíssimos para discussão com a Sociedade do nosso momento atual.

Realizado pela 2° vez consecutiva na FACENS – Faculdade de Engenharia de Sorocaba – contou com palestras de empresas renomadas, que apresentaram o estado da arte da IoT no mundo. Assista agora as palestras no Youtube e aproveite para saber mais sobre o tema!

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Cidades Inteligentes: Cidadãos Conscientes na era da Geografia das Coisas – TEDx Petrópolis

TEDx Petrópolis – Ideas Worth Spreading
17/09/2016

tedx-petropolis-abimael-bb-kingEstamos envoltos, seja na grande mídia ou na Academia, em discussões sobre uma série de “inteligências” ou smarts: telefones e carros inteligentes, mapas inteligentes e até mesmo cidades inteligentes. Mas, afinal, do que estamos tratando ao falar de Cidades e Inteligência?

Com a integração entre Dispositivos, Vivência, Sociedade e Sistemas de Informação, temos a oportunidade única na história da humanidade, como Sociedade em Rede, de trazermos soluções espaciais em suas amplas dimensões. A Inteligência Geográfica, ou seja, a integração entre a Ciência Geográfica e as Tecnologias – em seu “estado da arte” – permite-nos o desvelar não só do Território, mas o entendimento do Lugar. E, com isso, podemos cunhar o termo “Geografia das Coisas” (ou GIS of Things).Vivemos a Geografia das Coisas, que amplia o horizonte da Internet das Coisas e confere humanidade a ela. Sabemos que essa relação não é somente homem–máquina: é uma relação cidadão– sociedade–tecnologia.

tedx-petropolis-abimael-colagemO Geógrafo Abimael Cereda Junior, Líder de Ciência & Pesquisa da Imagem, especialista em Geoprocessamento e Mestre e Doutor em Engenharia Urbana, tem como área de pesquisa e atuação a incorporação da Inteligência Geográfica nos processos de planejamento e gestão público e privado, bem como o desenvolvimento e aplicação de métodos e técnicas para análise espacial de dados geográficos, para além das Smart Cities e Smart Farming.

This talk was given at a TEDx event using the TED conference format but independently organized by a local community. Learn more at http://ted.com/tedx

Espaço e Tempo gerando Conhecimento na Transformação Digital

Palestra de Abertura | Encontro de Usuários Esri 2017 (EU Esri 2016)
13/09/2016

Das Cidades Inteligentes aos Cidadãos Integrados e Conscientes

Cidades Inteligentes: Conexão e Sustentabilidade
18/08/2016

cidades-inteligentes-feevaleA tradicional Calourada DCE Feevale, do Diretório Central dos Estudantes da Universidade Feevale, que dá as boas vindas aos novos alunos, incluiu em sua programação 2016 o debate “Cidades Inteligentes: Conexão e Sustentabilidade”.

Pude participar como um dos debatedores com a exposição “Das Cidades Inteligentes aos Cidadãos Integrados e Conscientes“, ao lado de Fábio Kossmann (Secretário de Informação e Tecnologia de Novo Hamburgo), Alexandre Zeni (Pró reitor de Administração e Planejamento da Universidade Feevale) e Giovani Ferraz  (Representante da Milestone Brasil).

Segundo o organizador Vagner Paulo do DCE, “os estudantes das Engenharias e Administração gostaram muito da visão sistêmica e mais ampla que a palestra trouxe quanto às Cidades Inteligentes, ajudando as pessoas a “pensarem fora da caixa” a enxergarem além do óbvio, como o paralelo com o o jogo “Sim City”, para exemplificar o quão tecnológica e pedagógica devem ser as nossas metodologias de ensino.”

Quer saber mais sobre Cidades Inteligentes? Entre em contato.

Sistemas de Informação e a Geografia das Coisas: um novo caminho

“Alunos de Sistemas de Informação da FAI participam da palestra sobre Geografia das Coisas”
03/05/2016

palestraDando continuidade a uma série de palestras realizadas para as turmas do curso de Sistemas de Informação da FAI, a convite da coordenadora do curso, professora Eunice Gomes, o geógrafo e Prof. Dr. Abimael Cereda Junior e o bacharel em Sistemas de Informação Erik de Paula Lima (ex-aluno FAI – turma 2013) ministraram a palestra Sistemas de Informação na Era da Geografia das Coisas aos alunos e professores do curso de Sistemas de informação no dia 3 de maio no campus da Faculdade. Ambos são colaboradores da Imagem, de São José dos Campos, empresa que oferece soluções de inteligência geográfica e é representante oficial da Esri no Brasil.

De acordo com Prof. Dr. Abimael Cereda Junior, estamos vivendo um momento novo quando todos estão conectados por meio de dispositivos de TIC, enviando e recebendo dados geográficos. “Nunca na história da humanidade tivemos a utilização tão grande dos mapas, nem no tempo das grandes navegações”, comenta.

Erik retornou à Faculdade pela primeira vez e fez sua estreia como palestrante. Ele falou de sua trajetória profissional e destacou a importância da Faitec- Feira de Tecnologia da FAI – para sua carreira. Conta ele: “Apresentamos um projeto de E-commerce que utilizava mapas geográficos da solução ARCGIS para demarcar os pontos de entrega das mercadorias. Um dos jurados era Bruno Carvalho, representante da empresa Imagem. Ele gostou do nosso projeto e pediu para que a equipe enviasse um vídeo para o Programa Jovens Talentos da empresa. Eu e um colega da equipe passamos por todas as etapas do processo seletivo, que foi em nível nacional. Concluídos os estudos pela FAI, em janeiro de 2014, já estávamos trabalhando na Imagem, onde estou até hoje”.

Precisamos conversar sobre a “Geografia das Coisas” [Parte 1]

O meu trabalho junto à Imagem como Gestor na área de Educação me abriu oportunidades ímpares, como cerca de 23 palestras, 11 workshops, 5 Webinars somente em 2015, em diversas Universidades e Institutos de Pesquisa do Brasil, em Humanas, Exatas e Biológicas.

Mas desde 2014, já nestes espaços de aprendizagem, iniciei a discussão sobre a “GEOGRAFIA DAS COISAS“, culminando no primeiro artigo “em papel” na Revista Conhecimento Prático: Geografia da Editora Escala em abril (artigo enviado em fevereiro de 2016): “Muito além da Internet das Coisas: a Geografia das Coisas“. Ele também foi divulgado em inglês: Beyond the Internet of Things (IoT): Geography of Things (GoT).

Contudo, o primeiro portal a divulgar o artigo foi o IT FORUM 365, no dia 04 de março de 2015 (e, olhando para o calendário agora, quase um ano atrás exatamente!).

laucGoTMas, antes de um texto, o primeiro ‘teste’ para um público amplo deste conceito foi para a seleta plateia presente no Latin American Esri User Conference (LAUC) 2014, no dia 25 de setembro de 2014, com cerca de 800 pessoas em Campinas – SP. Você pode assistir o vídeo aqui.

nascimentoconceito

Reunião sobre a estrutura das falas no LAUC 2014 (02/09/2014). A versão final foi diferente, mas a Geografia das Coisas permaneceu.

Com uma parceria bem sucedida com o MundoGeo, fizemos o webinar “O poder da Geografia das Coisas“, no dia 30 de abril de 2015, com mais de 600 participantes.

No artigo “The Location of Things” de Tom Coolidge da Esri, de 23 de abril de 2015, ele define

A apresentação em “minha casa”, na UNESP Rio Claro, durante I Congresso de Geografia de Atualidades, em julho de 2015, trouxe maior embasamento ao tema, uma vez que a discussão foi “A Ciência Geográfica e a Geografia das Coisas”.

Mas, afinal de contas, do que estou falando ao discutir e hoje ter citações em palestras apresentadas na Europa sobre a Geografia das Coisas?

A ideia é a publicação de um artigo indexado, mas como sabemos o tempo para a publicação, gostaria de apresentar alguns pontos adicionais – as dimensões da Geografia das Coisas. Por ser autoral, a parte inicial já está presente no artigos citados acima e outros.

A chamada “Internet das Coisas” (IoT), termo cunhado por Kevin Ashton, do MIT (Instituto De Tecnologia De Massachusetts) em 1999, não tem um conceito claro ou único, mas podemos entendê-la como outra forma de descrever uma rede de dispositivos, pessoas ou equipamentos interconectados. Uma vez conectados, os dispositivos podem enviar dados entre si ou para pessoas, que poderão analisar, escolher e manipular os dispositivos remotamente, conforme o Coordination and Support Action for Global RFID-related Activities and Standardisation (Casagras).

…não são somente operações técnicas, mas, sim, novas formas de interagir com seu meio e com as pessoas, que modifica a maneira como entendemos e construímos o mundo.

De maneira sucinta, a anunciada IoT descreve um futuro em que objetos banais – como um relógio, ou mesmo sua geladeira – estão conectados à internet e podem se identificar, bem como se conectar a outros dispositivos, enviando e recebendo informações, permitindo a interação homem–máquina, bem como máquina–máquina. Tendo isso em mente, a Inteligência Geográfica, ou seja, a integração entre a Ciência Geográfica e as Tecnologias – em seu “estado da arte” – permite-nos o desvelar não só do Território, mas o entendimento do Lugar. E, com isso, podemos cunhar o termo “Geografia das Coisas” (ou GIS of Things), que concretiza o que foi prenunciado pelo pai do Sistema de Informações Geográficas – SIG (GIS), o geógrafo Roger Tomlinson em 1962. Ele afirmava: “Quando você descobre a Geografia, você ganha um novo par de olhos”. Sabemos que essa relação não é somente homem–máquina: é uma relação cidadão– sociedade–tecnologia.

Vivemos a Geografia das Coisas, que amplia o horizonte da Internet das Coisas e confere humanidade a ela.

Posto isto, quais são as dimensões que compõe a Geografia das Coisas? Dispositivos, Vivência, Sociedade e Sistemas de Informação integrados e interligados por meio de redes de informações, como anunciado por Castells, em que a relação não é somente homem-máquina, mas uma relação cidadão-sociedade-tecnologia, é possível utilizarmos smartphones, redes sociais e colaborativas, softwares e aplicativos de baixo custo ou mesmo padrões abertos.

A próxima parte deste artigo trará a discussão sobre tais dimensões; o objetivo não é exaurir ou finalizar o tema, pois além de ser uma construção, precisa ser refutada, por meio de artigos em revistas indexadas.

Geografia das Coisas