Transformação no Campo: um novo Solo Digital

Café GIS Floresta & Encontro de Soluções GIS para Usinas
20 de julho e  27 de julho de 2016

CafeGISFlorestaCom a presença das principais empresas do setor Florestal e Sucroalcooleiro do Brasil, a Imagem promoveu dois encontros para discussão, interação e criação de novos negócios, o “Café GIS Floresta” e o “Encontro de Soluções GIS para Usinas”.

DemoAgroPude participar com a palestra de abertura “Transformação no Campo: um novo Solo Digital“, apresentando como as dimensões Espaço e Tempo são categorias inerentes à geração de conhecimento, bem como, por meio de exemplos práticos, ela se concretiza no agronegócio.  As empresas apresentaram cases reais de sucesso, além de mesa de discussão e espaços de integração.

CafeGISUsina

“O 1º Encontro de Soluções GIS para Usinas foi um grande marco da nossa atuação nesse setor. Reunimos mais de 50 participantes de 18 empresas e proporcionamos uma intensa troca de experiências com apresentações realizadas pelos clientes e exemplos  de gestão eficaz com o uso da Plataforma ArcGIS.  Também foi um momento para reforçarmos o nosso posicionamento e nossa visão para o setor Sucroenergético”, afirmou Fábia Bem, Diretora de Agronegócio na Imagem.

 

Como os brasileiros estão ganhando dinheiro com o Pokémon GO

EXAME.com – PME
18/08/2016

Por Mariana Fonseca, EXAME.com. Leia a reportagem completa aqui.

O futuro

GeoPokeA projeção do Pokémon GO é sinal de algo ainda maior: o potencial do geomarketing para as empresas. Isso nada mais é do que ter um entendimento de Geografia combinada com Marketing, aprendendo a oferecer o melhor produto e o melhor preço de acordo com o local onde o consumidor se encontra“.

É o que explica Abimael Cereda Junior, diretor da Imagem, uma empresa especializada em inteligência geográfica. “O geomarketing existe há algum tempo, mas voltou à moda com o Pokémon GO. A Niantic, por exemplo, ganha muito além do que se arrecada no próprio Pokémon GO: por meio da nuvem, ela pode avaliar padrões de consumo e de deslocamento com uma base de dados incrível, oferecendo informações para desenvolvimento de negócios mais adequados.

Pokéstop Presbiteriana São CarlosO geomarketing era algo para grandes empresas, mas atualmente já pode ser usado nas pequenas e médias. “A principal estratégia é associar sua marca a um pokéstop próximo ou a áreas conhecidas por terem os monstrinhos mais raros. Depende do setor do negócio, mas pode ir desde trabalhar seu posicionamento com anúncios até oferecer produtos e serviços baseados no jogo”, exemplifica Cereda Junior. O posicionamento foi usado pela Esalflores; já a criação de novos itens foi a opção a de Aluir Frizzira e do Pokémon GO Tour Curitiba.

Olhar o mapa e tomar decisões com base nisso e agregar valor à minha marca: instintivamente, isso é geomarketing”, diz o especialista. “As empresas precisam olhar o modelo Pokémon GO e pensar: ‘como eu posso criar novas formas de interações com meus consumidores? Como isso pode trazer expansão e lucratividade para meu negócio?’. É um mundo de oportunidades.”

Veja como as Universidades Brasileiras já estão vivendo a Transformação Digital

Notícias – Imagem
25/07/2016

Na Era da Geografia das Coisas, cidadãos com smartphones carregam um volume incrível de dados. Fotos, vídeos, músicas, perfil em redes sociais, compras de e-commerce, publicações nas redes sociais são apenas alguns exemplos. Estamos falando da conexão mais do que de sistemas, mas de pessoas de maneira colaborativa.

E essa realidade não é diferente no mundo acadêmico. “A Transformação Digital é conhecida e promovida nas Universidades muito antes do termo chegar à mídia; estas já criam e vivem os efeitos desta e têm investido cada vez mais nos Sistemas de Informações Geográficas como plataforma de conexão de todos esses dados possibilitando um momento único na Educação”, afirma o Prof. Dr.Abimael Cereda Junior, Gestor de Educação na Imagem.

Dia1_II EdUC BRAo longo do primeiro semestre de 2016, a Imagem apoiou inúmeras iniciativas educacionais que evidenciam a experiência da Transformação Digital nas Universidades do país. Um exemplo foi o II Encontro de Educação Esri Brasil, que contou com a presença de representantes de todo país, como o Prof Dr. Sady Júnior, Vice-diretor do Instituto Três Rios da UFRRJ, apresentando sua experiência de trabalho com Drones, a Escola Monteiro Lobato e o Prof. Clibson dos Santos, da UNIFAL, com a utilização de Plataformas Digitais para novas experiências na Educação.

SIGABI-PalestraAbimaelOutra iniciativa de destaque que confirma a Transformação Digital nas universidades  foi o espaço aberto pela Universidade Potiguar (UNP), maior universidade privada do Norte e Nordeste e integrante da Laureate International Universities, para reunião e palestras com a participação da Reitoria e Diretores com a discussão de ideias e práticas sobre a “Universidade na Era da Geografia das Coisas”, ou seja, como a transformação digital já vem impactando os processos educacionais e administrativos, e as novas oportunidades que surgem do desvelar dos processos educacionais à luz da Inteligência Geográfica.

ArcScene3DOutras instituições espalhadas por todo território nacional tais como UFSCar, UFRN, Unicamp, UNESP e UnB também estão desenvolvendo projetos inseridos neste contexto e que têm o GIS como plataforma integradora.

“Nosso compromisso é apoiar as universidades brasileiras a superar seus desafios na inserção da Inteligência Geográfica de maneira mais ampla, tendo a Plataforma ArcGIS como alicerce e aproveitando ao máximo os benefícios da Transformação Digital”, ressalta Cereda Junior.

Geração SimCity, Minecraft, Pokémon GO… não! A emergência da Sociedade “Geo”

colagem_artigoO advento de novas tecnologias sempre traz o que podemos chamar de “quatro des”: desconfortos, desajustes, desafios. E, a cada semana, parece que temos a descoberta, principalmente pela mídia, de temas que estão cada vez mais ligados à Geografia. Mas nesta semana, a proporção foi na casa de milhares, em todos os aspectos.

O Pokémon GO nem mesmo chegou oficialmente ao Brasil e já temos todos tipos de ‘especialistas’ falando do tema (viva os youtubers) e causou, como dizem os jovens, a quebra da Internet, sendo nos últimos dias o assunto mais procurado em indexadores e discutido em redes sociais.

Pokémon GO já chegou?!

Pokémon GO já chegou?!

Do ponto de vista econômico, em uma era de disputa de hardware e software, cloud e SaaS, entre Sony e Microsoft, a Nintendo mais uma vez se reinventa (desde suas cartas de baralho), mas suas históricas quebras de paradigma não se limitam ao core-business. Estas conseguem fazer com que a empresa capte, como dificilmente outra no ramo, o momento sócio-espacial que se insere, transformando matrizes e/ou vetores em experiências para além de mundos virtuais: em experiências de interação. Com ações que subiram mais de 70%, a discussão não se dá em torno de resoluções mas de aplicações; menos sistema e mais plataforma.

O filósofo Pierre Lévy afirma que o digital e uso intensivo de computadores e redes proporciona uma nova dimensão de interação que é economicamente e socialmente tangível. O virtual redefine as noções de tempo, espaço e a própria noção de conhecimento.

Mas, o que estamos vivenciando? Artigos e vídeos inundam esta mesma nuvem de informações, tentando ser o primeiro a demarcar terreno nestes fenômenos. Agora, precisamos que a Academia também se aproprie, trazendo leituras e críticas calcadas nas novas relações estabelecidas pelas Redes Informacionais, com expressões e impactos no Espaço Geográfico, assim como as empresas, que precisam compreender para além do que os chavões e relatórios de grandes consultorias como estas Mudanças reorganizam os setores produtivos e relações empresariais.

Em comum, temos a informação geográfica associada, não no sentido cartesiano de coordenadas, mas das múltiplas dimensões a esta inerentes.

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Geografia da Saúde ou o “Mapa das Doenças”: do Dr. John Snow à Dengue e Zika Virus

Capa 66 Geografia Conhecimento PráticoCEREDA JUNIOR, A. Geografia da Saúde: um “mapa das doenças” – do Dr. John Snow à Dengue e ao Zika Vírus. Conhecimento Prático: Geografia, São Paulo: Editora Escala, edição 66. 

ou “como a Geografia pode ajudar no combate às doenças?
Sobre o autor.

No início da minha graduação em Geografia na UNESP [a] Rio Claro, em um dos primeiros trabalhos de campo, o ponto de parada de Santa Gertrudes (SP) trouxe um incrível “novo par de olhos”: a Profa. Dra. Sandra Pitton apresentou a problemática presente neste município da alta incidência de doenças respiratórias [1] e, como tal fenômeno, se relaciona com as atividades econômicas do mesmo, visto sua inserção no Polo Cerâmico: eis a Geografia da Saúde, que incrível desvelar!

Integrando dados de visitas in loco e de bases governamentais, variáveis físicas, sociais, ambientais e políticas, utilizando metodologias de análise e tendo os mapas não como apoio pictórico, mas como meio para o entendimento integrado, pode-se não só descrever ou entender um fenômeno, mas possibilitar que pessoas, empresas e os gestores públicos tomem decisões que alterem a vida – e sua qualidade – como a poluição por particulados da indústria ceramista.

Este olhar geográfico, o qual a professora sempre dizia que iríamos desenvolver ao longo do curso, é aquele que o Professor Roger Tomlison citava “quando você descobre a Geografia, ganha um novo par de olhos”. O professor britânico, também Geógrafo e pai dos Sistemas de Informações Geográficas (SIGs, sistemas computacionais que permitem desde a coleta até o processamento e análise de dados geográficos, além do compartilhamento e uso em inúmeros dispositivos), estava falando não de algo intangível, mas que pode se explicar, por exemplo, com o subtítulo de um dos livros que conta uma história real que “mudou o destino de nossas metrópoles”. Continuar lendo