Novas Tecnologias e Aplicações para Ensino, Pesquisa e Extensão na UNESP Rio Claro

Conferência UNESP Rio Claro
27/04/2017

Voltar para casa sempre é um prazer, uma busca que temos pelo nosso Lugar e não Território. Ter tido a oportunidade de realizar uma conferência no meu lar científico, ou seja, na Universidade Estadual Paulista – UNESP Campus Rio Claro – onde recebi mais que conceitos ou metodologias, mas alicerces que me tornaram “Geógrafo”, foi uma grande honra.

A foto ao lado tem significado ímpar para mim, reúne “Geografias”: nossos símbolos nacionais, o símbolo do curso/instituto e Roger Tomlinson. Mais #geogeek impossível.

Ao longo dos três últimos anos à frente da estruturação e ação como Educação na Imagem, e hoje trabalhando com a excelência em Ciência & Pesquisa, tive a oportunidade de conversar de maneira individual com professores e pesquisadores de diversos Departamentos e Institutos da UNESP Rio Claro e, esta Conferência, possibilitou o início do debate integrado sobre as possiblidades do uso de novas tecnologias e aplicações para Ensino, Pesquisa, Extensão e Administração por meio da visão de Plataforma Tecnológica para ações no Espaço. Do que estou tratando?http://wp.me/p65lHG-4v

Você também busca tais aplicações mas não participou do evento? Seminários online disponíveis no seguinte link: https://www.youtube.com/watch?v=ch8oUIu0A8A&list=PL91TmnxAfead0g09CvrhQ1nsSBlkrjbjm&index=3

Faço aqui um agradecimento especial ao Prof. Dr. Auro Aparecido Mendes, que tornou possível este evento, uma parceria UNESP e  Imagem.

Inteligência Geográfica em Tempos de Geografia das Coisas: Planejamento e Gestão em Campi Universitários

Revista MundoGeo – Edição 83
10/11/2015

MundoGEO83-456x600Mapas são instrumentos de poder e de domínio. Se antes tais instrumentos e técnicas eram formas de controle do estado e estavam sob domínio de especialistas, hoje tal cenário ganha novos atores, sendo este poder não fragilizado, mas fortalecido. Se os estados inicialmente tinham a preocupação territorial (conhecer para integrar), hoje ele é assunto nos brainstormings de grandes corporações, com todos os seus vieses positivos e perversos.

Desta forma, as geotecnologias estão cada vez mais presentes no dia-a-dia, estejam os envolvidos cientes disto ou não: ao consultar mapas de trânsito, acessar imagens de satélite gratuitamente ou utilizar um sistema GNSS para localização via smartphone para indicar onde seus amigos se encontrarão na sexta-feira: a Geografia das Coisas.

organização do território não só encontra em tais tecnologias aporte técnico, mas também metodológico, para o seu entendimento integrado, desde o suporte ao gerenciamento e manutenção da infraestrutura física, passando pela segurança patrimonial e das pessoas, até geração de cenários para análise, como uso e ocupação físico-territorial ou mesmo ocupação de salas x demanda x necessidade de novas instalações – desvelando a necessidade de uso de ferramentas geográficas na compreensão da complexa realidade das organizações do mundo real, organizados em níveis (ou layers).

Os Campi Universitários são um exemplo claro de uma unidade-territorial muitas vezes esquecida nas discussões sobre organização territorial, planejamento físico e segurança das instalações e, principalmente, do ativo mais importante para a Universidade: os cidadãos, sejam do corpo acadêmico, técnico ou a população que consome tais espaços. “Uma mini-cidade” alguns podem dizer. Uma verdadeira cidade, podemos afirmar, uma vez que a população de algumas é realmente maior que boa parcela dos municípios brasileiros.

Se olharmos para o contexto de uma Universidade, os Sistemas de Informações Geográficas (da sigla GIS em inglês Geographic Information Systems) ainda possuem um longo caminho para a consolidação no Brasil com a finalidade de dar suporte às decisões administrativas e executivas, com o uso de programas sendo facilitado devido aos ambientes computacionais cada vez mais amigáveis – incluindo o gerenciamento e administração de um Campus Universitário, com sua bandeira cravada na Revolução da Cloud – ou qualquer outra unidade territorial educacional.

Com o uso não só técnico de um Sistema de Informações Geográficas, mas estruturado sobre bases sólidas metodológicas – como o levantamento de requisitos, modelagem do banco de dados espacial, escolha das ferramentas adequadas, fases intermediárias e projeções futuras – há a oportunidade de ir além da visão inventarial ou cadastral, utilizando as informações para geração de novos conhecimentos, permitindo a consolidação da Inteligência Geográfica Aplicada, com o pensar espacial integrado.

Clique leia mais ou confira o artigo completo na Versão Revista Digital MundoGeopagina 1 mundo 58

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