GeoDrops Agro é Tech, Agro é Pop, Agro é Digital!

GeoDrops | Blogs MundoGeo
29/09/2017

por Eduardo Freitas. Leia a reportagem completa aqui.

Nos dias 21 e 22 de setembro aconteceu em Carambeí (PR) – no meio do caminho entre Ponta Grossa e Castro, região dos Campos Gerais – um evento disruptivo para o setor de Agronegócio, o Digital Agro.

Segundo organizadores e expositores, o DigitalAgro superou as expectativas, com uma visitação qualificada e focada em negócios. E o objetivo do evento foi cumprido, de levar a transformação digital para perto do produtor rural, ao invés deste ter que se deslocar até os grandes centros para conhecer as novidades.

Inteligência Artificial

O ‘robô’ Watson, da IBM, foi desnudado por Luis Otavio Fonseca na palestra sobre conhecimento cognitivo na agricultura. Segundo ele, sistemas de inteligência artificial podem ser ‘treinados’ para diversas aplicações, como por exemplo identificar falhas de plantio em imagens de satélites. Ou, ainda, fazer com que o robô ‘dirija’ um trator com objetivo de economizar combustível.

Para Fonseca, três atores têm que estar alinhados para que a computação cognitiva tenha sucesso no agro: produtor, gerente da fazenda e cientista de dados.

Já Bruno Pezzi Figueiredo, da SGS / Unigeo, mostrou uma visão inovadora nos processos de precisão na agricultura e trouxe um termo atualizado, que é a ‘nutrição de precisão’. Enfatizou também a importância de se coletar e usar dados de qualidade, sejam eles geoespaciais ou não. E a interdisciplinaridade e os recursos humanos foram valorizados, já que na Unigeo há pelo menos 40 programadores, 50 profissionais de geo e um time de agrônomos.

O representante mais emblemático do setor de Geotecnologia no evento foi Abimael Cereda Junior, da Imagem, que desmistificou as ideias de que GIS é caro ou complexo, e complementou dizendo que agricultura sempre foi big data, desde os primórdios da humanidade, e que sempre se lidou com o estado-da-arte da tecnologia. Comentou, ainda que o termo ‘com o uso de Geoprocessamento’ não existe no agro, pois é inerente ao setor que se trabalhe com dados e análises geoespaciais. Finalizou comentando que o WebGIS permite focar nos problemas de negócio e que Geo é o que une todas essas questões, integrando tudo numa base única.

Agro é Digital!

Diferentemente de anos atrás, quando uma feira de Agronegócio contava basicamente com defensivos agrícolas e produtos químicos, nesta não havia nenhum estande com este foco.

Pelo contrário, os produtores já viram que a solução para maximizar ganhos e diminuir custos no campo está no digital.

Chegou a era do Digital Agro!

Fórum Desenvolve Londrina conta com participação do Corecon-PR

Notícias | Conselho Regional de Economia do Paraná
28/09/2017

O Corecon PR é uma das 38 entidades participantes do Fórum Permanente do Planejamento Estratégico para o Desenvolvimento Sustentável de Londrina, o “Fórum Desenvolve Londrina”. E no dia 22 de setembro, foi realizado pelo movimento o “1º Fórum em Debate”, com o tema “Cidades Inteligentes e Humanas”, no auditório da OAB-Londrina. No evento estiveram presentes mais de 300 lideranças da cidade e região.

Especialistas no assunto participaram para nortear as ações em prol de que a cidade alcance o status de Smart City, ou seja, Cidade Inteligente. Participaram como palestrantes Abimael Cereda Junior (pesquisador colaborador da Unicamp, com doutorado em engenharia urbana) André Gomyde (presidente da Rede Brasileira de Cidades Inteligentes e Humanas) e Vitor Lippi (médico, deputado federal e ex-prefeito de Sorocaba, premiado com o selo prefeito empreendedor.

 

Fórum Desenvolve Londrina promove debate “Cidades Inteligentes e Humanas”

Fórum Desenvolve Londrina | Londrina Convention Bureau | OAB Londrina
19/09/2017

evento, dirigido a formadores de opinião, traz três especialistas no assunto

Na próxima sexta-feira, dia 22 de setembro, o Fórum Desenvolve Londrina, entidade formada por representantes de 36 instituições londrinenses, realiza o “1º Fórum em Debate”, seminário com o tema: “Cidades Inteligentes e Humanas”.

O evento, programado para começar às 8h, no auditório da OAB Londrina (Rua Governador Parigot de Souza, 311) deve reunir empresários, representantes de entidades e instituições de Londrina, enfim formadores de opinião de diversas áreas e encerra ao meio dia.

O 1º Fórum em Debate terá como palestrantes três especialistas no assunto, Abimael Cereda Junior, André Gomyde e Vitor Lippi, que vão falar de experiências, pontos de vista e exemplos, do que é, e o que pode ser feito para se alcançar o status de uma Smart City (cidade inteligente). Após as explanações haverá espaço para debate e perguntas dos participantes.

Segundo o presidente do Fórum Desenvolve Londrina, Ary Sudan, Cidades Inteligentes é o tema do estudo da entidade em 2017, que deve publicar o caderno sobre o assunto em meados de dezembro. “Este é o primeiro seminário que realizamos. A ideia é promover um por ano, envolvendo a comunidade londrinense em discussões atuais e pertinentes ao desenvolvimento local-regional”, explica Sudan.

Mobilidade, segurança, acesso a educação, a cultura, a saúde, serviços públicos eficientes e qualidade de vida são os aspectos mais visíveis das cidades inteligentes. Esta nova onda – “Cidades Inteligentes” – vem mobilizando governantes e população, preocupados com o desenvolvimento equilibrado.

“Na prática são municípios que colocam a tecnologia a serviço da população, facilitando a vida de todos, criando condições para que o desenvolvimento econômico ocorra e seus resultados sejam percebidos no avanço social, no respeito ao meio ambiente e principalmente na qualidade de vida dos habitantes”, reforça o presidente do Fórum.

As inscrições para participar do evento podem ser feitas pelo link: https://www.sympla.com.br/1-forum-em-debate—smart-city_187748  As vagas são limitadas.

Sertãozinho recebe o V Congresso de Automação e Inovação Tecnológica durante a Fenasucro 2017

Notícias e Eventos | Portal Automação Industrial
21/07/2017

ISA Sertãozinho organiza em conjunto com a Reed Multiplus seu o V Congresso de Automação e Inovação Tecnológica que será realizado no dia 22 de agosto de 2017, no no Centro de Eventos Zanini, como um dos eventos da Fenasucro & Agrocana 2017 em Sertãozinho (SP).

São esperadas autoridades, analistas nas atividades de tecnologia de automação e de informação, de inovação tecnológica e expoentes de setores afins para abordar os desafios dessas atividades e o contexto econômico que as cerca.

Na parte da tarde o foco será a Transformação Digital, com a presença da Oracle, IBM e Imagem, confira:

  • 14:10 – 15:00 – P3 – IoT para Agronegócio – Como Iniciar? – Renato Teixeira, Ricardo Urresti (Oracle)
  • 15:10 – 16:00 – P4 – Quando a Internet das Coisas, a Inteligência Artificial e o Monitoramento de Cima se unem para apoiar o Sistema Alimentar Mundial – Ezequiel Kwasnicki (IBM)
  • 16:00 – 16:50 – P5 – Inteligência Geográfica aplicada à Integração Tecnológica Campo e Indústria – Abimael Cereda Junior (Imagem)

Diagnóstico do alto: o futuro dos VANTs, softwares de geoprocessamento e outras ferramentas relacionadas à Silvicultura de Precisão

B.Forest – A Revista 100% Eletrônica do Setor Florestal
Edição 29 – Ano 04 – N° 02 – Fevereiro 2017

b-forest-edicao-29-ano-04-n-02-fevereiro-2017À medida em que se tornam cada vez mais avançadas, as tecnologias de georreferenciamento trazem diversos benefícios aos plantios florestais. Embora certas limitações técnicas e econômicas ainda impeçam maiores índices de mecanização, sendo necessária a ação humana no campo para suprir estas lacunas, o futuro dos VANTs, softwares de processamento e outras ferramentas relacionadas à silvicultura de precisão permanece promissor.

Para Gustavo Fedrizzi da Silva, gestor de portfólio de agronegócio da Imagem, distribuidora ofcial da Esri e da plataforma ArcGIS no Brasil, a silvicultura de precisão fornece grandes ganhos às companhias. “As empresas que utilizam essas ferramentas e plataformas relatam retorno na casa dos milhões, com o melhor planejamento de rotas para retirada de madeira, monitoramento de frota e ganhos consideráveis em logística, otimizando aspectos básicos como a economia de diesel. Há um grande ganho de gestão na melhoria das boas práticas no manejo dos dados da empresa. Sabe-se qual é o tipo de solo em que foi plantado e como estava a fertilidade do solo daquela área, e é possível criar um banco de dados de informações geográficas para melhor tomada de decisão. No longo prazo, há o retorno desse investimento, que é difícil de mensurar em aspectos de gestão, mas são certamente consideráveis”, explica.

Com a coleta de informações atualizadas, e o uso de plataformas e softwares inteligentes, é possível convergir uma imensa quantidade de dados variados para a criação de bancos de dados utilizando o Big Data. “Sempre se trabalhou com o tal Big Data na silvicultura de precisão, com a interferência de muitos dados incontroláveis, como condições climáticas. Hoje, não se pode mais controlar as coisas só na intuição. É preciso transferir toda essa inteligência de dados e informações e analisar como podemos integrar tecnologias nas quais os produtores já investiram muito dinheiro (sensores de produtividade, drones, imagens de satélite, etc.). Não se opera mais apenas em departamentos de trabalho, mas departamentos de informações”, esclarece o Prof. Dr. Abimael Cereda Junior, líder de Ciência & Pesquisa da Imagem.

Baixe a edição 29 completa da B.Forest – A Revista 100% Eletrônica do Setor Florestal – fevereiro 2017.

Saiba mais sobre o tema no vídeo abaixo, no quadro Conversa Franca do dia 29/06, onde apresentador Otávio Ceschi Júnior conversou com o geógrafo Abimael Cereda Júnior, explicando como os gestores podem aprender a interpretar as imagens dos drones, trazendo mais assertividade aos processos agrícolas.

GeoBonfim 2017 já tem programação de palestras definida. Confira

Notícias Ensino e Pesquisa – MundoGeo
17/01/2017

Fonte: MundoGeo. Veja também em DroneShow!

banner geobonfim2017 O GEOBONFIM 2017, já tem programação de palestras definidas. ConfiraO GEOBONFIM 2017, cujo tema será VANT, GEOTECNOLOGIAS E CIDADES INTELIGENTES é uma realização do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Baiano – Campus Senhor do Bonfim, organizado pelo grupo de pesquisa LABGEO-Labor em Geotecnologias, sob a coordenação geral do Prof. Dr. Vandemberg Salvador.

O objetivo do evento é reunir professores, pesquisadores, instituições de ensino, pesquisa e extensão, gestores estaduais e municipais, empresários e a sociedade civil organizada da região para – juntamente com professores e pesquisadores com expertise em VANT e GEOTECNOLOGIAS – discutir a GESTÃO INTELIGENTE das Cidades no Semiárido Baiano.

Na sua sexta edição, o GEOBONFIM 2017 acontecerá de 23 a 26 de maio de 2017 – no Campus Senhor do Bonfim – no IFBAIANO, com programação para 10 palestras e 18 minicursos sobre os seguintes eixos temáticos: Mapeamento com VANT, SIG e Cidades Inteligentes, Cadastro Técnico Multifinalitário e Georreferenciamento de Imóveis Urbanos e Rurais.

Entre os palestrantes estarão o Prof. Dr. Manoel Fernandes de Sousa Neto ( USP-SP), Prof. Dr. Abimael Cereda Júnior (IMAGEM-SP), Engº Giovani Amianti (CEO – XMOBOTS – SP), Geógrafo Eduardo Freitas (MUNDOGEO E INSTITUTO GEOEDUC-PR), Prof. Me. Rovane Marcos de França (IFSC-SC), Prof. Dr. Artur Caldas Brandão (UFBA-BA),  Prof. Me. Mirele Viegas (UFBA/INCRA-BA),  Prof. Dr. Frederico Fonseca ( IFPR-PR) e o Prof. Dr. André Coelh0 (IBMEC/UNIFACS-BA).

O GEOBONFIM2017 tem o apoio institucional da USP-SP, PUC-SP, UFBA-BA, IFSC-SC, IFPR-PR, UNIVASF-BA, INCRA-BA, IMAGEM-SP, CREA-BA, MUNDOGEO-PR, XMOBOTS-SP e SANTIAGO & CINTRA-SP.

 

No Rio, errar o caminho e entrar em favela pode ser fatal para motoristas

Cotidiano – UOL Notícias
17/12/2016

Processo de Adaptação

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Na avaliação de Abimael Cereda Júnior, doutor em Engenharia Urbana pela UFSCar (Universidade Federal de São Carlos), a evolução dos aplicativos de GPS representa uma “revolução” para os usuários em geral, que ainda estão em “processo de adaptação” em relação a riscos e benefícios.

Ele lembrou que, há pouco tempo, os motoristas dependiam de livros extensos com mapas impressos e ilustrados com ruas e avenidas. Afirmou ainda que a navegabilidade por GPS já gerou problemas em outros países. Nos Estados Unidos, por exemplo, um homem morreu depois de cair em um lago ao seguir rota traçada por um aplicativo.

“De 2000 para cá, praticamente toda a população ganhou acesso a esse tipo de recurso. Antes a gente tinha, no máximo, mapas em listas telefônicas ou naqueles guias de ruas que deixava no carro. O que está acontecendo, de uma maneira mais ampla, é uma mudança de cultura. Ou seja, como nós nos relacionamos com essa tecnologia. As pessoas ainda estão se adaptando. Elas acham que navegação por GPS é um guia espiritual e estão usando dessa forma”, afirmou.

Para ele, empresas como Waze e Google já estão investindo em coleta e integração de base de dados, com objetivo de melhorar a experiência do usuário. Mas há uma barreira neste processo, já que as iniciativas partiriam apenas dos próprios provedores de tecnologia ou dos usuários por meio de redes colaborativas.

“Tudo é integrável, mas não pode estar em um modelo definido apenas pelas empresas. Isso passa por gestão de políticas públicas. Na verdade, se a gente tem acesso a esses dados e eles estão integrados, essa base pode ser utilizada não só para navegação automotiva, mas também para direcionar políticas públicas e entender os motivos pelos quais essas regiões são tão perigosas.”

Leia a reportagem completa aqui

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