[Live #8]A adjetivação redundante “com Geoprocessamento”

“Um pouco de Geografia das Coisas #8”
21/03/2017

‘COM USO DE GEOPROCESSAMENTO’. Já ouviu ou leu esta expressão? Por que insistimos (estou bibliograficamente incluso) nesta “adjetivação redundante”? Realmente usamos como extensões das nossas habilidades de análise ou insistimos na relação técnica “a um só tempo natural e obrigatória”?

A live #8 “um pouco de Geografia das Coisas” propõe esta reflexão, trazendo como exemplos a área de Gestão das Cidades e Gestão do Campo.

Segundo Senna (2006), a “adjetivação pleonástica encontra justificativa no intuito de salientar a qualidade mais intrinsecamente própria deste ou daquele substantivo, como se passasse a existir entre o nome e seu atributo uma relação, um vínculo, um parentesco a um só tempo natural e obrigatório.”

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Mas afinal, que série é esta? A série “um pouco de Geografia das Coisas” surgiu após reflexões pré e pós-palestras que ministro em Universidades, Institutos de Pesqusa, Escolas e empresas no Brasil, bem como desdobramentos dos artigos e outros materiais publicados neste blog.